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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Falar de si é tema de 80% dos usuários do Twitter, diz estudo

Pesquisadores da Universidade Rutgers fizeram uma análise do conteúdo e características das atividades na mídia social. Eles fundiram sistemas de comunicação como o site de relacionamentos Facebook e o serviço de microblogs Twitter --caracterizados como "fluxos sociais conscientes"--, e então iniciaram a análise do comportamento do usuário.

Segundo o site Marshable, depois dissecar mais de 3.000 mensagens de mais de 350 usuários do Twitter, os cientistas concluíram que 80% dos usuários optavam por falar de si próprios, ou seja, "o que eu estou fazendo agora" durante as atualizações. Esse tipo de usuário, de acordo com o estudo, são "pessoas que usam plataformas para postar atualizações de suas atividades diárias, vidas sociais, sentimentos, ideias, e emoções". Os outros 20% são informantes que usam os canais para informações, como atualizações com links de novos artigos.

A pesquisa e a metodologia distinguiram nove tipos diferentes de "tweets" (mensagens do serviço de microblogs que não ultrapassam os 140 caracteres).

As categorias incluem compartilhamento de informações, autopromoção, opiniões e queixas, declarações e ideias aleatórias, eu agora, perguntas aos seguidores, apoio presencial, anedotas autorreferenciais e piadas sobre os outros. Os pesquisadores atribuíram um tweet a múltiplas categorias, algo que garantiu que os tweets recebessem análises independentemente, por duas partes diferentes, para eliminar erros.

Baseadas em categorias e complexas análises de agrupamentos de dados, os cientistas agruparam os usuários em duas categorias: os "meformers" (que falam de si) ou "informers" (informantes). O primeiro angariou 80% dos usuários, enquanto o último obteve apenas 20%. A conclusão mais interessante, no entanto, é que os informantes têm, significativamente, mais amigos e seguidores do que os outros. Um informante tem, em média, 131 amigos e 112 seguidores, enquanto um "meformer" detém apenas 61 amigos e 43 seguidores.

A pesquisa pode ser lida na íntegra, em inglês, aqui.

Veja, abaixo, alguns dos dados interessantes mostrados pela pesquisa:


Informantes têm uma proporção maior de menções de outros usuários nas suas respectivas mensagens (o que significa que recebem mais respostas e reenvios de outros usuários)


25% das mensagens provêm de aparelhos móveis


51% das postagens feitas por meio de móveis são mensagens no estilo "o que eu estou fazendo agora", comparadas com 37% das mensagens de teor idêntico feitas a partir de computadores

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Dell lança notebook ultrafino voltado a usuário empresarial

A Dell lançou um sofisticado notebook ultrafino, trazendo um novo design aos modelos voltados para o segmento empresarial.

A companhia descreveu o novo Latitude Z como o laptop de 16 polegadas mais fino e leve do mundo, pesando dois quilos e com menos de 2,5 centímetros de espessura. Contudo, o modelo não é barato e custa a partir de 1.999 dólares.

A Dell, segunda maior fabricante de computadores do mundo, informou que focando em públicos como o de profissionais criativos.

Leveza e pouca espessura são certamente características prioritárias para fabricantes de computadores neste final de ano, tanto no segmento voltado para uso doméstico como no corporativo.

Os avanços tecnológicos estão permitindo que fabricantes de computadores consigam um desempenho ainda melhor em um formato cada vez menor.

A Dell lançou o modelo Adamo, um notebook ultrafino, no começo deste ano.

"Estamos vendo a propagação de modelos finos e leves em nosso portfólio", disse Todd Forsythe, vice-presidente do grupo de produtos ao cliente comercial da Dell.

A Dell informou que o Latitude Z é o primeiro laptop que oferece dock sem fio e carregamento "indutivo" de bateria. O aparelho pode ser recarregado sem o uso de um cabo de energia, basta colocá-lo em um acessório especial, vendido separadamente.

Fonte: Reuters

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Banco processa Google por não revelar dados de usuário


O Rocky Mountain Bank, que opera em Montana, nos EUA, está processando a Google para obter dados da conta de um usuário do serviço. Um funcionário do banco enviou para esse usuário, por engano, informações sobre 1.325 clientes do banco, tanto contas de pessoa física como jurídica, incluindo endereços, nomes e até números de empréstimos feitos.

O problema começou em agosto, quando um dos clientes pediu para que o banco enviasse documentos sobre seus empréstimos para um de seus representantes. O empregado do banco não só enviou as informações para o endereço errado, como também anexou arquivos confidenciais ao e-mail, contendo dados de centenas de outros clientes.

Segundo a Softpedia, a instituição precisa dos dados para identificar a extensão da brecha de segurança, mas o Google não deve fornecê-los sem uma decisão judicial favorável. Mesmo que o banco consiga, o dono da conta ainda terá a chance de recorrer do pedido.

A equipe do Rocky Mountain tentou apagar o e-mail remotamente utilizando um recurso do servidor Microsoft Exchange, mas o esforço foi em vão.

De acordo com o site The Register, o Rocky Mountain Bank fez um pedido para o tribunal manter o processo em sigilo, esperando evitar o pânico de seus correntistas e a consequente corrida aos caixas para encerrar as contas. O juiz Ronald Whyte, da Califórnia, negou o pedido. Mesmo assim, dados sobre o processo só puderam ser divulgados depois de 21 de setembro porque os documentos originais enviados pelo banco continham endereços de e-mail, sujeitos à politica de privacidade.

Fonte: Geek