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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Nokia é processada no Brasil por marca Ovi


A finlandesa Nokia encontra-se no meio de uma disputa legal sobre o uso de sua marca de serviços Ovi no Brasil, o maior mercado de telecomunicações da América Latina.

A empresa brasileira de serviços de telecomunicações Ouvi Divulgação e Marketing em Celulares disse que a Nokia estaria abusando da marca Ovi no Brasil, competindo diretamente com a Ouvi, marca usada pela firma brasileira desde 2004.

Segundo a Ouvi, a decisão do tribunal sobre o caso pode sair a qualquer momento. A Nokia, maior fabricante de celulares do mundo, não quis comentar o andamento do processo.

Para a Nokia, a Ovi, marca lançada em 2007, é suficientemente distinta de Ouvi, acrescentando que a palavra Ovi tem um sentido diferente em finlandês. A Nokia também afirmou que a marca seria apresentada normalmente em conjunto com a marca registrada Nokia.

"O que a Nokia parece não ter notado é que os 190 milhões de habitantes do Brasil falam português e não finlandês", disse Tore Haugland, CEO da Ouvi, que é controlada pela firma de investimentos norueguesa Diem Telekom.

A Ouvi afirmou que, em 2004, também registrou um domínio na internet com o nome de Ovi (ovi.com.br) uma vez que na pronúncia em português as duas palavras são semelhantes.

"Estamos certos de que o tribunal brasileiro irá decidir a nosso favor e esperamos a remoção da marca Ovi pela Nokia de todos seus carregamentos de aparelhos no Brasil e que parem de usar e citar a marca no Brasil", disse Haugland.

Este é o último caso de uma série de problemas com o serviço Ovi da Nokia, que foi lançado sob os holofotes em 2007, mas não teve um bom começo.

Fonte: Reuters

Banco processa Google por não revelar dados de usuário


O Rocky Mountain Bank, que opera em Montana, nos EUA, está processando a Google para obter dados da conta de um usuário do serviço. Um funcionário do banco enviou para esse usuário, por engano, informações sobre 1.325 clientes do banco, tanto contas de pessoa física como jurídica, incluindo endereços, nomes e até números de empréstimos feitos.

O problema começou em agosto, quando um dos clientes pediu para que o banco enviasse documentos sobre seus empréstimos para um de seus representantes. O empregado do banco não só enviou as informações para o endereço errado, como também anexou arquivos confidenciais ao e-mail, contendo dados de centenas de outros clientes.

Segundo a Softpedia, a instituição precisa dos dados para identificar a extensão da brecha de segurança, mas o Google não deve fornecê-los sem uma decisão judicial favorável. Mesmo que o banco consiga, o dono da conta ainda terá a chance de recorrer do pedido.

A equipe do Rocky Mountain tentou apagar o e-mail remotamente utilizando um recurso do servidor Microsoft Exchange, mas o esforço foi em vão.

De acordo com o site The Register, o Rocky Mountain Bank fez um pedido para o tribunal manter o processo em sigilo, esperando evitar o pânico de seus correntistas e a consequente corrida aos caixas para encerrar as contas. O juiz Ronald Whyte, da Califórnia, negou o pedido. Mesmo assim, dados sobre o processo só puderam ser divulgados depois de 21 de setembro porque os documentos originais enviados pelo banco continham endereços de e-mail, sujeitos à politica de privacidade.

Fonte: Geek